O encontro ocorrido esta sexta, sábado e domingo no Refúgio Paradiso foi um presente e uma surpresa.

A intensão era de encontro, de prática e de círculo de escuta generosa e partilhamento entre Sangha, buscando maior clareza e união.

Esperávamos um bom encontro e um movimento de cura, mas o resultado pareceu ser além do esperado.

Compartilhamos com calma, em paz e presença, expressando-nos com uma qualidade que indicava estar permeada de atenção plena, de muita consciência. Uma Sangha, ou ‘amigos no caminho’ madura na sua forma de ouvir e se expressar emergiu, o espaço sustentou, moveu, abarcou, foi bonito de presenciar.

Sentimos. Ouvimos. Nos sustentamos. Digerimos.

O fim da tarde de sábado e do compartilhamento, que durou bem mais que o esperado mas pareceu trazer energia em vez de exaurir, nos presenteou com um banho de chuva abençoado e um arco-íris completo e sereno,  colorindo o céu com as cores das bandeiras de bênçãos budistas, espelhando o bom e belo e o verdadeiro que ali se deu.

O fim de semana começou na sexta feira fim do dia, com uma sopa coletiva e chegares, três amigas e membros da sangha vindas lá de são paulo sendo recebidas, beijos e papos, uma reunião formal e a sugestão para o final de semana.

Abrimos o sábado de manhã com um encontro às cinco da manhã para ir ver o pôr do sol, meditar, caminhar, parar para contemplar novamente, caminhar, em peregrinação até o sítio santo antônio, para um café da manhã coletivo.

Lá uma fartura de opções e servires, sempre presente quando várias pessoas se reúnem para compartilhar junto, em abertura. O ambiente, leve leve.

Em seguida descemos até a ‘caverna’ ou abrigo, desconhecido ainda de muitos ali. Fomos até o riachinho em baixo, e ‘peregrinamos’ de volta ao refúgio no fim da manhã.

Almoço coletivo! Fartura e alegria.

À tarde a Re-União se deu, e mais tarde outra sopa juntos, dessa vez com vinho, uma confraternização, nutrição em vários âmbitos.

Domingo de manhã fechamos o círculo com quem pode permanecer, com uma Puja Diária, e soltamos.

Este aspecto da jóia tripla, a Sangha, sentida como sempre valiosa.

“Que estas ações íntegras e saudáveis ajudem todos os seres a realizarem sua verdadeira natureza de Interser”.

Sarva Mangalam